“Antigamente,
acreditava-se que as pessoas com síndrome de Down nasciam com uma deficiência
intelectual severa. Hoje, sabe-se que o desenvolvimento da criança depende
fundamentalmente da estimulação precoce, do enriquecimento do ambiente no qual
ela está inserida e do incentivo das pessoas que estão à sua volta. Com apoio e
investimento na sua formação, os alunos com síndrome de Down, assim como
quaisquer outros estudantes, têm capacidade de aprender.” As crianças são
fascinadas pela tecnologia, e o uso delas na sala de aula só aumentam o
interesse e a concentração dos alunos, envolvendo em um plano de ensino onde os
avanços com essas crianças são conquistadas e elas não se sentem excluídas do
grupo, pois cada criança tem um perfil único de desenvolver a
aprendizagem.
Em uma consulta com
especialistas médicos no caso Down, foi indicado brincadeiras para o melhor
aprendizado da criança. Feitas algumas pesquisas numa comunidade escolar entre
professores e diretor (a), foi selecionado alguns aplicativos para serem
executados dentro da sala de aula com alunos especiais. Depois de discutirem o
assunto foi analisado e escolhido o aplicativo PlayDown.
“O PlayDown, é
um aplicativo para o desenvolvimento de crianças com Síndrome de Down e outras deficiências
intelectuais ”.
O professor na sala de
aula da educação infantil em suas aulas veio trazendo os assuntos de
alfabetização com letras, números e figuras, sendo seus alunos de 4 a 5 anos.
Utilizando um método diferente para atrair e desenvolver a atenção das
crianças.
Entre seus alunos tem dois especiais, com síndrome de down. Para não
diferenciá-los dos outros alunos e também para haver a interação entre eles,
foi decidido pelo núcleo da escola o uso do aplicativo PlayDown para ser usado
por todos os alunos da escola. Com a disponibilização de aparelhos tecnológicos
(tablet) da escola e com os aplicativos instalados, o professor iniciou as
atividades com o uso do tablet havendo interação e divertimento, onde tem no
aplicativo ligações de pontos formando letras, números e imagens que despertam
o interesse e facilidade da aprendizagem dos que obtém Down e os demais.
A tecnologia hoje
possibilita interromper essa questão da limitação da incapacidade do aluno com
síndrome de down, ela da a capacidade e competência para a pessoa com
deficiência e não só as pessoas com deficiências leves, as graves também, não é
que o cego vai deixar de ser cego, porque ele acessa o braile, vai das aceso a
ele as informações escritas, ele não tira a deficiência enquanto a condição
física mas, ele acaba com a impossibilidade e com a limitação. “O objetivo não
é tratar todos como iguais, mas mostrar que as pessoas são diferentes e que
isso precisa ser respeitado. Estudos já mostram que crianças que convivem com
as diferenças crescem e se tornam adultos mais tolerantes e menos
preconceituosos.”
“Além da estrutura,
outro ponto fundamental é a formação dos profissionais para a inclusão. Há uma
necessidade de preparar para incluir. Não só inclusão de crianças ou pessoas
com down, mas a inclusão de todos. As equipes pedagógicas, técnicas e
administrativas precisa ter uma preparação adequada para o processo de
inclusão. Quando a gente fala de inclusão, de acessibilidade, a gente pensa que
é mais uma questão física, mas não é só uma questão física. Tem uma preparação
pessoal, tem uma preparação dos profissionais, desses professores que vão
trabalhar com essas crianças.”
Inclusão é um fato que
ninguém pode negar. Precisamos adaptar a essa realidade, não é só aceitar, mas,
arregaçar as mangas, vestir a camisa e ir ao trabalho. Hoje em dia a família
sabe do potencial dos seus filhos e graças a isso, tem sido um ótimo cobrador
para que a escola passe o conhecimento e as informações adequadas a alunos de
inclusão.
A educação inclusiva vem
transformando a vida dessas crianças, pois para elas as limitações na escola
vêm sendo superadas, com a ajuda dessas novas tecnologias que são desenvolvidas
para melhorar a interação e aceitação da mesma em uma sala de aula. “Portanto,
a educação inclusiva é muito importante e deve ser levadas a sério pelos
alunos, profissionais da educação e pais. Esse estilo de educação, que já é um
direito garantido e deve ser exigido pela sociedade”.
Por Cryslâine de Jesus Roque e Irani de Sousa Filgueira

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